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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Preparo do solo para plantio: como preparar a terra para um jardim saudável

 

Aprenda como preparar o solo para o plantio, melhorar sua estrutura, conservar a umidade e criar condições favoráveis para o desenvolvimento das raízes.




Antes de colocar uma muda ou uma semente na terra, existe uma etapa que merece atenção especial: o preparo do solo. É nele que as raízes vão buscar água, ar e nutrientes durante todo o ciclo da planta.

Um solo bem preparado não é necessariamente um solo muito revolvido. O objetivo é criar condições favoráveis para o desenvolvimento das raízes, conservar a estrutura do terreno e estimular a vida existente no solo.


1. Comece observando o terreno

Antes de cavar, observe o local durante alguns dias.

Veja se recebe sol direto, quanto tempo permanece úmido depois da chuva ou irrigação, se existem áreas onde a água se acumula e se o solo está compactado.

Também vale observar as plantas que já crescem espontaneamente. Elas podem fornecer pistas sobre as condições daquele ambiente.


2. Retire apenas o que for necessário

Elimine pedras grandes, restos de materiais, raízes mortas e plantas invasoras que possam competir com as espécies que serão cultivadas.

Evite deixar o solo completamente descoberto. Sempre que possível, mantenha restos vegetais saudáveis sobre a superfície ou utilize cobertura morta posteriormente.

A matéria orgânica protege o solo contra o impacto da chuva e do sol, reduz a perda de umidade e contribui para a atividade dos organismos do solo.





3. Avalie a compactação

Um dos problemas mais comuns em jardins é o solo compactado.

Quando os poros do solo são reduzidos, a circulação de ar e água fica prejudicada e as raízes encontram maior resistência para crescer.

Uma maneira simples de observar a compactação é introduzir uma pequena haste ou uma pá no solo úmido. Se houver muita resistência, pode ser necessário realizar uma descompactação localizada.

Em canteiros pequenos, faça isso com cuidado, utilizando enxadão, garfo ou forcado, evitando revolver excessivamente todas as camadas do solo.





4. Faça uma análise do solo quando possível

A aparência do solo fornece informações importantes, mas não substitui uma análise laboratorial.

A análise permite conhecer características como acidez, disponibilidade de nutrientes e outros parâmetros utilizados para orientar a correção e a adubação.

Para áreas de produção, hortas e jardins que receberão plantas exigentes, a análise do solo é especialmente importante. A recomendação de calcário, fertilizantes ou outros corretivos deve ser baseada nos resultados da análise e nas necessidades da cultura.





5. Acrescente matéria orgânica de qualidade

A matéria orgânica é uma importante aliada na construção de um solo biologicamente ativo.

Composto orgânico bem maturado, esterco curtido e outros materiais orgânicos estabilizados podem melhorar propriedades físicas, químicas e biológicas do solo.

O material deve estar bem decomposto. Resíduos ainda em decomposição podem provocar desequilíbrios, consumir temporariamente nutrientes disponíveis e até prejudicar raízes jovens.

A quantidade adequada depende do tipo de solo, da cultura e do material utilizado. Mais matéria orgânica nem sempre significa melhor resultado.




6. Misture sem destruir a estrutura

Em vez de transformar o canteiro em uma massa completamente solta, procure preservar os agregados do solo.

Quando houver necessidade de incorporação de composto ou corretivos, faça o trabalho de maneira uniforme e na profundidade recomendada.

Evite trabalhar o solo quando estiver excessivamente molhado. O revolvimento nessas condições pode destruir agregados e favorecer a compactação.





7. Pense na drenagem

Nem todas as plantas gostam de um solo com muita água.

Se o terreno apresentar encharcamento frequente, primeiro procure identificar a causa. Pode haver compactação, deficiência de drenagem ou alguma característica natural do terreno.

Para espécies sensíveis ao excesso de água, pode ser necessário utilizar canteiros elevados ou melhorar a drenagem de acordo com as condições locais.

Evite simplesmente colocar uma camada de pedras no fundo de vasos como solução universal para drenagem. O funcionamento da drenagem depende do conjunto formado pelo recipiente, substrato, porosidade e orifícios de saída.






8. Prepare a superfície para o plantio

Depois do preparo, nivele suavemente o canteiro e retire torrões muito grandes ou materiais indesejáveis.

O solo deve apresentar estrutura adequada para receber as sementes ou mudas, mas não precisa ficar semelhante a uma superfície de areia fina.

Para sementes pequenas, uma superfície mais uniforme facilita a distribuição e a emergência das plântulas.

Para mudas, prepare uma cova compatível com o tamanho do torrão, evitando enterrar o colo da planta.





9. Cubra o solo depois do plantio

Depois de plantar, uma cobertura morta pode ajudar a conservar a umidade e proteger a superfície.

Folhas secas, palhada e outros materiais vegetais adequados podem ser utilizados, desde que estejam livres de sementes de plantas invasoras e não apresentem sinais de doenças.

Mantenha a cobertura afastada diretamente do caule ou colo das plantas para reduzir a retenção excessiva de umidade nessa região.





O melhor preparo é aquele que respeita o solo

Preparar o solo não significa simplesmente cavar, revolver e adicionar fertilizante.

Significa observar, diagnosticar e corrigir apenas o que realmente precisa ser corrigido.

Um bom solo possui poros, matéria orgânica, minerais, água, ar e uma comunidade diversificada de organismos. Minhocas, fungos, bactérias e outros seres participam continuamente da decomposição da matéria orgânica e da formação de um ambiente favorável às raízes.

Por isso, antes de começar o plantio, vale lembrar uma regra simples do jardineiro: cuide primeiro do solo; depois, cuide da planta.

Quando o solo é bem manejado, as raízes encontram melhores condições para explorar o ambiente, a água é utilizada com mais eficiência e o jardim se torna mais equilibrado e resiliente.


Checklist rápido antes do plantio

☐ Observe a luminosidade do local.
☐ Verifique a drenagem.
☐ Observe sinais de compactação.
☐ Remova materiais indesejáveis.
☐ Faça análise do solo quando necessária.
☐ Utilize matéria orgânica bem estabilizada.
☐ Evite revolver o solo excessivamente.
☐ Não trabalhe o solo excessivamente molhado.
☐ Prepare a cova de acordo com a muda.
☐ Proteja a superfície com cobertura adequada.



quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Jardim de Interiores - Fatores importantes a observar para iniciar a implantação de um jardim interno

 

1.       Aquisição das plantas – observe o aspecto da muda como a sua robustez, constituição, folhagens abundantes, evitando aquelas que apresentam pontos amarelados e marrons no verso das folhas e botões florais.

2.       Escolha do vaso – o vaso deve se adequar à planta em arejamento e umidade. Prefira os de cerâmica – que exigem um pouco mais de rega, devido a grande porosidade e, os de cimento e fibra de vidro. Para plantas que necessitam de muita umidade utilize os de coxim (fibra de coco).


Os vasos de madeira e metal se deterioram com o tempo e podem alterar as condições do solo.


3.       Luz – observe as fontes de luz do ambiente e regularmente vire os vasos para que todos os lados recebam luminosidade. Plantas de verde mais intenso suportam melhor as baixas luminosidades e as de folhagens coloridas necessitam de mais luz.

4.       Água – a necessidade de rega depende de vários fatores como as condições do ambiente: dia quente e local com ar condicionado exigem um pouco mais de água enquanto que a mesma planta em um banheiro teria sua rega diminuída. Outros fatores influenciam a rega das plantas de interior como água clorada (deve ficar em descanso por um dia para poder aplicar), água morna é absorvida mais rapidamente, inverno/outono são épocas de descanso e exigem menos água, horário ideal para as regas são o final de tarde e pela manhã. Observe esses sinais: na falta d’água as pontas das folhas murcham e escurecem; no excesso de água as folhas inferiores dobram-se e murcham.

5.       Temperatura – Em uma casa, cada cômodo tem uma temperatura diferente, por isso deve-se colocar as plantas em local cuja temperatura lhe seja adequada. Plantas gostam de locais arejados, mas não de correntes de ar e frio súbito. Para ventilar, abra uma janela afastada.

6.       Umidade – muitas plantas necessitam além da rega de uma boa umidade do ar como as avencas,pois mesmo com uma boa rega se o ambiente estiver seco as pontas das folhas queimam e enrolam. Para melhorar as condições de umidade do ar pode-se pulverizar água nas folhas, reunir vários vasos em um mesmo local e colocar o vaso em bandejas com água e pedregulhos.

7.       Adubação – deve ser feita a cada 3 meses de modo equilibrado não adubando demais nem de menos. Podem-se usar adubos químicos ou orgânicos em bastões, tabletes, granulados, pós, líquidos e outros. Tenha cuidado ao aplicar adubos foliares, pois uma dosagem acima da recomendada pode causar queimaduras ou até a morte da planta.Em adubação de cobertura, revolva a terra da superfície.


8. Replantio – é necessário quando a planta se torna grande demais para o vaso. Para fazer o replantio deve-se molhar bem o solo do vaso algumas horas antes, para manter o torrão coeso e desgrudar as pontas das raízes das paredes do vaso. Após isso, vire o vaso de cabeça pra baixo, segurando a planta, bata levemente nas bordas e vá virando e batendo até o torrão se desprender. O vaso novo deve ficar imerso em água por algumas horas antes do replantio.    

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Compostagem e Projeto de composteira


Compostagem
A compostagem é a forma de se produzir o melhor adubo orgânico para as plantas. Sua riqueza de nutrientes vai depender diretamente do material que entrará em processo de compostagem. Existem várias formas de se produzir um composto orgânico, a céu aberto ou em composteiras fechadas; com o uso de restos vegetais e animais, ou só de vegetais ou só de urinas e estercos, e vários outras, incluindo-se aí até a presença de adubos químicos para enriquecer o composto.
1. Matéria Orgânica
§  Vegetal – restos de folhas, caules, flores e frutos;
§  Animal – estercos e urinas.
*Quanto mais picado for o material, mais rápido acontecerá o processo de compostagem.

2. Elementos Necessários para Compostagem
§  Matéria Orgânica
§  Oxigênio
§  Temperatura
§  Umidade

A Composteira
Abaixo relacionamos o material necessário para a produção de uma composteira mista, construída em madeira  com base de alvenaria e ferramentas e equipamentos necessários para os trabalhos de
manejo e manutenção da composteira.

Material e Ferramentas
20 ripas de madeira 1,10m X 0,10m X 0,02m
04 caibros de madeira 1,5m cada
80 pregos
200 tijolinhos
05 tábuas 1,10m X 0,20m X 0,03m
15 kg de cimento
¼ de areia de construção
01 tonel de 200 l
1,5 tela plástica (malha de 5cm)
01 picador de resíduos orgânicos
01 forcado
01 pá
01 enxada
01 carrinho de mão
01 mangueira 50m
01 peneira de aço (malha de 1,5cm)
01 rastelo
01 vassoura de aço

 

A palhada do chão de lavouras permanentes e o esterco de animais que pastam nessas áreas são excelentes componentes para uma boa compostagem


Manejo da Composteira

 O manejo consiste na observação e cuidados com o processo de fermentação do composto. Periodicamente deve ser observados a umidade, temperatura e fazer reviramento do composto para que haja homogeneidade na fermentação. A composteira deve ser protegida da chuva e do sol.
O composto estará pronto, quando não estiver mais perdendo água e liberando o calor da fermentação (mede-se com uma barra de ferro enfiada por dez minutos no composto a liberação de calor).

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020


Aplicação de Adubos

  Adubos                 Distribuição                        ______________________________________________________________
        Sólidos                                                                    A lanço
                                                                                                      Em profundidade
                                                                                                      Em cobertura
             
                                                                                          Localizada
                                                                                                        No sulco
                                                                                                        Em profundidade
                                                                                          No subsolo
                                                                                                        Em cova
                                                                                                        Em faixa
                                                                                                        Em furos

     Líquidos                                                                                      Direta no solo
                                                                                                         Na água de irrigação
                                                                                                         Na folha
                                                                                                         No tronco

     Gasosos                                                                                      Direta no solo
                                                                                                         Na água de irrigação



A adubação em excesso, carência ou forma incorreta de aplicação pode prejudicar o desenvolvimento das plantas, portanto é muito importante observar as dosagens recomendadas e o modo de aplicação adequado ao produto que for utilizado, que geralmente têm a indicação na bula dos produtos comerciais.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Compostagem


Compostagem

A compostagem é a forma de se produzir o melhor adubo orgânico para as plantas. Sua riqueza de nutrientes vai depender diretamente do material que entrará em processo de compostagem. Existem várias formas de se produzir um composto orgânico, a céu aberto ou em composteiras fechadas; com o uso de restos vegetais e animais, ou só de vegetais ou só de urinas e estercos, e vários outras, incluindo-se aí até a presença de adubos químicos para enriquecer o composto.

1. Matéria Orgânica
§  Vegetal – restos de folhas, caules, flores e frutos;
§  Animal – estercos e urinas.
*Quanto mais picado for o material, mais rápido acontecerá o processo de compostagem.

2. Elementos Necessários para Compostagem
§  Matéria Orgânica
§  Oxigênio
§  Temperatura
§  Umidade

A Composteira
Abaixo relacionamos o material necessário para a produção de uma composteira mista, construída em madeira  com base de alvenaria e ferramentas e equipamentos necessários para os trabalhos de
manejo e manutenção da composteira.

A.      Material e Ferramentas
20 ripas de madeira 1,10m X 0,10m X 0,02m
04 caibros de madeira 1,5m cada
80 pregos
200 tijolinhos
05 tábuas 1,10m X 0,20m X 0,03m
15 kg de cimento
¼ de areia de construção
01 tonel de 200 l
1,5 tela plástica (malha de 5cm)
01 picador de resíduos orgânicos
01 forcado
01 pá
01 enxada
01 carrinho de mão
01 mangueira 50m
01 peneira de aço (malha de 1,5cm)
01 rastelo
01 vassoura de aço

B.  Manejo
O manejo consiste na observação e cuidados com o processo de fermentação do composto. Periodicamente deve ser observados a umidade, temperatura e fazer reviramento do composto para que haja homogeneidade na fermentação. A composteira deve ser protegida da chuva e do sol.
O composto estará pronto, quando não estiver mais perdendo água e liberando o calor da fermentação (mede-se com uma barra de ferro enfiada por dez minutos no composto a liberação de calor).

Adubação orgânica




A adubação orgânica é feita através de um conjunto de observações e atividades, que vão desde o equilíbrio de frações do solo até o fornecimento de um número maior de macro e micronutrientes para as plantas.
A parte física pode ser beneficiada pela agregação e desagregação promovidas nos solos arenosos e argilosos pela porção húmus. As partes químicas e biológicas são extremamente ativadas pela incorporação de matéria orgânica.
§  Estercos – podem ser utilizados de bovinos, suínos e aves dentre outros. As dosagens variam conforme a origem do esterco (Bovinos de 10 a 20 litros/m²; aves de 5 a 6 litros/m²);
§  Composto Orgânico – utiliza-se de restos vegetais (restos de plantas: talos, cascas, folhas, bagaços, etc.; restos de cozinhas desengordurados: pó de café, chá, etc.) e animais (estercos, resíduos de frigoríficos: carnes e sangue, ossos moídos, casca de ovos); sua composição é muito variada o que o torna muito rico em macro e micronutrientes, é um adubo quase que completo.    1 m³ pode produzir até 700 kg de composto.

Adubos Orgânicos


Adubos Orgânicos

Adubo
Composição química
Torta de mamona 
4 a 6 % de N, 1,5 a 2 % de P2O5, 1 a 2% de K2O, 0,3 a 0,5 % de Ca, 0,50 % de Mg, 0,04 % de S, o,o1 % de B, 0,04 % de Mn, 0,05 % de Zn, 41 a 70 % de matéria orgânica
Farinha de Sangue 
8 a 14 % de N, 1,5 a 30 % de P2O5, 0,5 a 0,8 % de K2O
Esterco de Curral seco 
0,3 a 2,0 % de N, 0,17 a 0,5 % de P2O5, 0,1 % de K, 3 a 15 % de matéria orgânica
Farinha de Ossos
2 a 5 % de N, 22 a 30 % de P2O5
Esterco de Galinha 
 2% de N, 2 % de P2O5, 1%o de K2O
Composto Orgânico

1 a 2% de N, o,4 a 0,6 % de P, 0,3 a 0,7 % de K, 0,3 a 0,6% de Ca, 0,1 a 0,2 % de Mg, 0,5 a  0,8 % de S,  35 ppm de B, 200 ppm de Cu, 5400 ppm de Fe, 1200 ppm de Mn, 102 ppm de Zn


Adubos


Tabela de Adubos Químicos

Adubo
Composição química
Sulfato de amônio 
20 a 21 % de N, 0,5 % de Cl, 0,3 % de Cu, 0,1 % de Zn
Cloreto de Amônio 
26 % de N
Nitrato de Amônio 
33,5 % de N, 0,01 % de Zn
Nitrocálcio Concentrado 
27 % de N, 4 a 5 % de CaO, 2 a 3 % de MgO, 0,4 % de Cl
Salitre do Chile 
16 % de N, 0,01 % de B, 0,4 % de Cl, 0,07 % de Cu
Nitrato de Potássio 
14 % de N, 46 % de K2O, 0,10 % de B, 1,1 % de Cl
Uréia
 45 % de N
Superfosfato simples 
18 % de P2O5, 28 % de CaO, 8 % de S, 0,3 % de Cl, 0,01 % de Zn
Superfosfato Triplo 
44 % de P2O5, 20 % de CaO, 1 % de S, 0,01 % de B, 0,01 % de Cu, 0,01 % de Mn
Nitrofosfato
18 % de P2O5, 18 % de N, 12 % de CaO
Fosfato Bicálcico 
40 % de P2O5, 30 % de CaO
Cloreto de Potássio
50 % de K, 0,03 % de B, 47 % de Cl
Sulfato de Potássio 
42 % de K, 0,0002 % de B, 2,1 % de Cl, 0,01 % de Cu
Nitrato de Potássio 
8 a 11 % de K
Sulfato de Magnésio 
16 % de MgO, 13 a 14 % de S
Fosfato de Amônio e Magnésio 
24 % de MgO, 43 % de P2O5
Sulfato de Potássio e Magnésio 
18 % de MgO, 22 % de S, 22 % de K2O, 1,5 % de Cl
Ácido Sulfúrico 
31 % de S
Gesso
28 a 30 % de CaO, 15 a 16 % de S
Sulfato de Magnésio 
16 a 17 % de MgO, 12 a 13 % de S
Bórax
11% de B
Ácido Bórico
17% de B
Óxido Cúprico
75%de Cu
Óxido Ferroso
77% de Fe
Óxido Manganoso
63% de Mn
Óxido de Zinco 
60 a 78 % de Zn