sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Preparo das caldas sulfocálcica e viçosa

 



Caldas Sulfocálcica e Viçosa

Preparo passo a passo e uso consciente no jardim agroecológico

O uso de caldas minerais faz parte do manejo fitossanitário tradicional na agricultura e na jardinagem agroecológica. Entre as mais conhecidas estão a calda sulfocálcica e a calda viçosa, ambas amplamente estudadas por instituições de pesquisa e utilizadas como ferramentas preventivas, reduzindo a dependência de agrotóxicos sintéticos.

Quando bem preparadas e aplicadas corretamente, essas caldas contribuem para o equilíbrio do jardim, fortalecendo as plantas e auxiliando no controle de pragas e doenças.


1. Calda Sulfocálcica

O que é e para que serve

A calda sulfocálcica é um produto obtido pela reação do enxofre com a cal virgem, resultando em compostos sulfurosos solúveis. Atua principalmente como:

Fungicida e acaricida

Redutor de populações de cochonilhas, ácaros e ovos de insetos

Produto de ação preventiva e curativa leve

É recomendada principalmente para frutíferas, plantas lenhosas e jardins externos, evitando aplicações em plantas sensíveis e em períodos de calor excessivo.


Preparo da Calda Sulfocálcica – Passo a Passo

Ingredientes básicos:

2 kg de enxofre em pó

1 kg de cal virgem (óxido de cálcio)

10 litros de água

Recipiente metálico resistente ao calor

Bastão de madeira para mexer


🔹 Passo 1 – Dissolução inicial do enxofre

Misture o enxofre em parte da água fria até formar uma pasta homogênea.


🔹 Passo 2 – Hidratação da cal virgem

Em outro recipiente, adicione a cal virgem lentamente à água, com cuidado, pois ocorre liberação de calor.


🔹 Passo 3 – Cozimento da mistura

Junte a pasta de enxofre à cal hidratada e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, por cerca de 40 a 60 minutos, até a calda adquirir coloração castanho-avermelhada.


🔹 Passo 4 – Resfriamento e armazenamento

Deixe esfriar, coe se necessário e armazene em recipiente escuro, bem fechado.




2. Calda Viçosa

O que é e para que serve

A calda viçosa foi desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e é considerada uma evolução da calda bordalesa. Além do efeito fungicida, atua como fertilizante foliar, fornecendo micronutrientes.

É indicada para:

Prevenção de doenças fúngicas

Correção nutricional

Fortalecimento fisiológico das plantas


Preparo da Calda Viçosa – Passo a Passo

Ingredientes para 100 litros (pode ser proporcionalmente reduzido):

1 kg de sulfato de cobre

0,5 kg de cal hidratada

0,5 kg de sulfato de zinco

0,3 kg de sulfato de magnésio

0,2 kg de ácido bórico

Água limpa


🔹 Passo 1 – Dissolução dos sais

Dissolva cada sal separadamente em recipientes diferentes, utilizando água morna para facilitar a dissolução.



🔹 Passo 2 – Preparo do leite de cal

Em outro recipiente, dilua a cal hidratada até formar um líquido esbranquiçado homogêneo.


🔹 Passo 3 – Mistura correta

Em um recipiente maior, adicione primeiro o leite de cal e, em seguida, os sais dissolvidos, sempre mexendo.




🔹 Passo 4 – Ajuste e uso imediato

Complete o volume com água e utilize a calda no mesmo dia, evitando armazenamento prolongado.



Boas Práticas de Uso no Jardim

Aplicar preferencialmente no início da manhã ou fim da tarde

Evitar dias muito quentes ou chuvosos

Não misturar com óleos minerais ou outros defensivos

Utilizar equipamentos de proteção (luvas e óculos)

Testar em poucas plantas antes de aplicar em todo o jardim


As caldas sulfocálcica e viçosa representam saberes consolidados da agricultura de base ecológica. Quando usadas com critério técnico, fazem parte de um manejo que respeita os ciclos naturais, fortalece as plantas e promove jardins mais resilientes e vivos.


Referências Técnicas e Fontes Confiáveis

EMBRAPA – Manejo Alternativo de Pragas e Doenças

https://www.embrapa.br

Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Calda Viçosa: formulação e uso

https://www.ufv.br

MAPA – Ministério da Agricultura

Instruções técnicas sobre defensivos alternativos

https://www.gov.br/agricultura

Altieri, M. A. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável

Editora Expressão Popular

Primavesi, A. Manejo ecológico do solo

Editora Nobel

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Caldas Fitoprotetoras no Jardim

 



Bordalesa, Sulfocálcica e Viçosa: proteção natural para plantas mais saudáveis

O manejo fitossanitário no jardim pode ser feito de forma preventiva e sustentável por meio do uso de caldas fitoprotetoras. Essas preparações tradicionais, desenvolvidas a partir de minerais simples e amplamente estudadas, atuam no controle de doenças e pragas sem causar desequilíbrios ambientais quando utilizadas corretamente.

Entre as mais conhecidas e utilizadas estão a calda bordalesa, a calda sulfocálcica e a calda viçosa, todas permitidas na agricultura orgânica no Brasil, conforme normas do Ministério da Agricultura.


O que são caldas fitoprotetoras?

As caldas fitoprotetoras são misturas aquosas de origem mineral, usadas principalmente de forma preventiva, fortalecendo as plantas e reduzindo a incidência de fungos, bactérias, ácaros e insetos sugadores.

Diferentemente dos agrotóxicos sintéticos, essas caldas:

Têm ação multissítio, dificultando resistência de patógenos

Apresentam baixo impacto ambiental

São adequadas para jardins, hortas e pomares agroecológicos.




Calda Bordalesa

O que é

A calda bordalesa é uma mistura de sulfato de cobre, cal virgem ou hidratada e água, criada na França no século XIX para o controle de míldio em videiras.


Principais funções

Controle de doenças fúngicas: míldio, ferrugem, antracnose, mancha foliar

Controle de algumas bactérias fitopatogênicas


Onde usar

Frutíferas (citros, videiras, mangueiras)

Hortaliças

Plantas ornamentais


Cuidados importantes

Aplicar preferencialmente em períodos sem chuva

Evitar uso em plantas jovens ou em floração

Não aplicar sob sol forte.



Calda Sulfocálcica

O que é

A calda sulfocálcica é produzida a partir da reação do enxofre com a cal, formando compostos sulfurados com forte ação inseticida, acaricida e fungicida.


Principais funções

Controle de ácaros

Controle de cochonilhas e pulgões

Redução de fungos superficiais


Onde usar

Frutíferas caducifólias

Plantas ornamentais lenhosas

Pomares domésticos


Características importantes

Possui odor forte

Deve ser usada com equipamentos de proteção

Não aplicar em temperaturas muito altas



Calda Viçosa

O que é

A calda viçosa é uma evolução da calda bordalesa, desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Além do cobre e da cal, contém micronutrientes essenciais como zinco, boro, magnésio e manganês.


Principais funções

Nutrição foliar

Prevenção de doenças fúngicas

Fortalecimento geral da planta


Onde usar

Hortas

Pomares

Plantas ornamentais em solos pobres


Benefícios adicionais

Reduz deficiências nutricionais

Melhora a resistência natural das plantas



Boas práticas de uso das caldas


Utilizar sempre dosagens corretas

Fazer testes em poucas folhas antes da aplicação geral

Alternar caldas para evitar acúmulo de cobre no solo

Priorizar o uso preventivo, não curativo



O uso consciente das caldas bordalesa, sulfocálcica e viçosa reforça uma jardinagem mais ética, ecológica e eficiente, alinhada aos princípios da agroecologia. Quando bem aplicadas, essas caldas contribuem para jardins mais resilientes, plantas mais saudáveis e menor impacto ambiental.


Fontes e referências técnicas

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Instrução Normativa nº 46/2011 (Produção Orgânica)

https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sustentabilidade/organicos

Embrapa – Uso de caldas tradicionais no controle de doenças

https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes

Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Calda Viçosa: formulação e uso

https://www2.ufv.br

Altieri, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável – Editora Expressão Popular

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Biodiversidade no jardim: Como criar ecossistemas resilientes no dia a dia

 


A biodiversidade é a base de um jardim saudável. Quanto maior a variedade de plantas, insetos, microrganismos e pequenos animais, mais equilibrado e resistente será o sistema. Um jardim biodiverso não depende de intervenções constantes, usa menos insumos externos e responde melhor a pragas, doenças e variações climáticas.

Criar biodiversidade no jardim é imitar a lógica da natureza: diversidade gera estabilidade.


O que é biodiversidade no contexto do jardim

No jardim, a biodiversidade se manifesta em três níveis principais:

  • Diversidade de plantas: espécies diferentes ocupando vários estratos

  • Diversidade de fauna: insetos, aves, anfíbios e pequenos organismos

  • Diversidade do solo: fungos, bactérias, minhocas e microfauna

Esses elementos formam uma rede de relações onde todos se beneficiam. As plantas alimentam os insetos, os insetos controlam pragas, os microrganismos nutrem o solo e o solo sustenta as plantas.




Por que jardins biodiversos são mais resilientes

Um ecossistema resiliente é aquele que se adapta sem colapsar. Em jardins biodiversos:

  • Pragas não se espalham com facilidade

  • Doenças encontram barreiras naturais

  • O solo mantém fertilidade por mais tempo

  • A necessidade de defensivos químicos diminui

  • O jardim suporta melhor períodos de seca ou excesso de chuva

Quanto mais variado o sistema, menor a chance de um único problema comprometer todo o jardim.





Como criar biodiversidade no jardim

1. Diversifique as plantas

Evite jardins com uma única espécie. Combine:

  • Árvores, arbustos e plantas herbáceas

  • Espécies nativas e adaptadas à região

  • Plantas com flores em diferentes épocas do ano

Essa diversidade garante alimento contínuo para polinizadores e abrigo para diferentes organismos.




2. Valorize plantas nativas

Plantas nativas evoluíram junto com a fauna local. Elas:

  • Atraem polinizadores específicos

  • São mais resistentes ao clima regional

  • Exigem menos manutenção

Sempre que possível, inclua espécies nativas no projeto do jardim.




3. Crie abrigo e alimento para a fauna

A fauna é aliada do jardineiro. Para atraí-la:

  • Plante flores ricas em néctar e pólen

  • Mantenha folhas secas em algumas áreas

  • Instale bebedouros rasos para aves e insetos

  • Evite o uso de agrotóxicos

Insetos predadores, como joaninhas e crisopídeos, ajudam no controle natural de pragas.




4. Cuide do solo como um organismo vivo

O solo é a base da biodiversidade. Um solo saudável:

  • Possui matéria orgânica

  • Mantém cobertura vegetal ou morta

  • Não é revolvido em excesso

Práticas como compostagem, cobertura morta e adubação verde aumentam a vida do solo e fortalecem todo o ecossistema.




5. Integre água ao jardim

A água aumenta a diversidade de vida. Mesmo pequenos elementos fazem diferença:

  • Pratinhos com pedras para insetos

  • Pequenos lagos ou fontes

  • Áreas mais úmidas com plantas adaptadas

A presença de água atrai aves, anfíbios e insetos benéficos.




Biodiversidade também em pequenos espaços

Mesmo em varandas e apartamentos é possível estimular biodiversidade:

  • Cultivo de ervas floridas

  • Vasos com plantas nativas

  • Flores atrativas para polinizadores

  • Solo vivo e sem químicos

Cada vaso pode se tornar um pequeno refúgio ecológico.





Jardim biodiverso: menos controle, mais observação

Um jardim biodiverso não busca perfeição estética constante. Ele valoriza:

  • Ciclos naturais

  • Pequenas perdas e renovações

  • Observação atenta em vez de controle excessivo

Ao permitir que a natureza atue, o jardineiro passa de controlador a cuidador do ecossistema.




Referências técnicas e fontes confiáveis

Passo a passo para a Poda Corretiva de suas plantas

 


Frutíferas e Plantas Ornamentais

A poda corretiva é uma prática de manutenção que visa corrigir problemas estruturais e sanitários, garantindo plantas mais saudáveis, produtivas e visualmente equilibradas. Este guia apresenta o processo de forma sequencial, permitindo que o leitor compreenda o que observar, onde cortar e por quê.


PASSO 1 – Observação e diagnóstico da planta

Antes de qualquer corte, é essencial observar a planta como um todo.

Avalie:

  • Presença de galhos secos, doentes ou mortos

  • Ramos cruzados ou em atrito

  • Galhos quebrados pelo vento ou peso

  • Excesso de brotações verticais

  • Copa muito densa ou desequilibrada

Essa leitura inicial evita cortes desnecessários e respeita a arquitetura natural da planta.



PASSO 2 – Preparação das ferramentas

Ferramentas adequadas garantem cortes limpos e reduzem riscos de contaminação.

Ferramentas básicas:

  • Tesoura de poda

  • Serrote de poda (para galhos mais grossos)

  • Luvas de proteção

Cuidados importantes:

  • Ferramentas bem afiadas

  • Desinfecção com álcool 70% ou solução sanitizante antes e após o uso




PASSO 3 – Remoção de galhos secos, mortos ou doentes

Este é o primeiro corte a ser feito, pois galhos nessas condições não se recuperam e prejudicam a planta.

Como cortar corretamente:

  • Corte próximo à base do galho

  • Não deixe “tocos”

  • Evite ferir o tronco principal

  • Faça corte reto ou levemente inclinado

Essa etapa reduz focos de pragas e doenças.



PASSO 4 – Eliminação de galhos cruzados e mal direcionados

Galhos que se cruzam dificultam a circulação de ar e causam ferimentos.

Critérios de escolha:

  • Remova galhos que crescem para dentro da copa

  • Preserve os ramos mais vigorosos e bem posicionados

  • Evite excesso de cortes no mesmo ponto

Essa técnica melhora a iluminação e a ventilação da planta.



PASSO 5 – Correção do excesso de brotações (ladrões)

Brotações verticais e muito vigorosas consomem energia da planta.

Ação correta:

  • Remova brotos que crescem retos para cima

  • Preserve ramos produtivos ou estruturais

  • Faça cortes próximos à origem do broto

Muito comum em frutíferas como citros, macieiras e goiabeiras.




PASSO 6 – Equilíbrio da copa

Uma copa desequilibrada pode causar tombamentos e quebras.

Como equilibrar:

  • Reduza o comprimento de galhos muito longos

  • Distribua o peso da copa de forma uniforme

  • Evite podas drásticas

Esse cuidado é essencial em árvores ornamentais urbanas.



PASSO 7 – Finalização e cuidados pós-poda

Após a poda:

  • Recolha os resíduos vegetais

  • Descarte galhos doentes corretamente

  • Observe a planta nas semanas seguintes

Em plantas sensíveis, pode-se aplicar:

  • Pasta cicatrizante (opcional)

  • Biofertilizantes leves após alguns dias


Quando realizar a poda corretiva

  • Pode ser feita sempre que necessário

  • Priorizar períodos secos

  • Evitar floração intensa

  • Em frutíferas, respeitar o ciclo produtivo


Resumo visual do processo

1️⃣ Observar
2️⃣ Preparar ferramentas
3️⃣ Remover galhos secos/doentes - Primeiro corte a ser feito
4️⃣ Corrigir cruzamentos
5️⃣ Eliminar brotações excessivas
6️⃣ Equilibrar a copa - Equilibrar a copa
7️⃣ Acompanhar a recuperação




Fontes e referências confiáveis

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Plantas que Purificam o Ar: Espécies para Ambientes Internos

 


As plantas cultivadas dentro de casas e apartamentos não têm apenas função ornamental. Diversos estudos científicos mostram que algumas espécies são capazes de auxiliar na melhoria da qualidade do ar, contribuindo para ambientes mais saudáveis, agradáveis e equilibrados.

Essas plantas ajudam principalmente por meio de três processos naturais:

  • absorção de gases através das folhas,

  • retenção de partículas suspensas no ar,

  • equilíbrio da umidade, favorecendo o conforto ambiental.

Embora não substituam ventilação adequada, elas são aliadas importantes, especialmente em ambientes fechados e urbanos.




Como as plantas ajudam a melhorar o ar interno

As folhas possuem pequenos poros chamados estômatos, por onde ocorre a troca gasosa. Durante esse processo, algumas substâncias presentes no ar podem ser absorvidas e metabolizadas pela planta ou por microrganismos associados às raízes.

Além disso, plantas aumentam a umidade relativa do ar por meio da transpiração, o que ajuda a reduzir poeira suspensa e o ressecamento das vias respiratórias.


Principais plantas indicadas para ambientes internos

🌿 Espada-de-São-Jorge (Dracaena trifasciata)

É uma das plantas mais resistentes e adaptáveis para interiores. Tolera pouca luz, regas espaçadas e variações de temperatura.

Benefícios:

  • Fácil manutenção

  • Boa adaptação a apartamentos

  • Contribui para o equilíbrio do ar




🌿 Lírio-da-Paz (Spathiphyllum wallisii)

Planta muito utilizada em ambientes internos por sua beleza e eficiência funcional. Prefere luz indireta e solo levemente úmido.

Benefícios:

  • Ajuda no controle da umidade

  • Folhagem ampla que retém partículas do ar

  • Ideal para salas e quartos


🌿 Jiboia (Epipremnum aureum)

Planta pendente ou trepadeira, muito comum em interiores. Cresce bem em vasos suspensos ou prateleiras.

Benefícios:

  • Crescimento rápido

  • Boa tolerância à sombra

  • Auxilia na redução de odores e poeira


🌿 Palmeira-areca (Dypsis lutescens)

É uma das palmeiras mais indicadas para ambientes internos amplos e bem iluminados.

Benefícios:

  • Excelente transpiração foliar

  • Ajuda a manter a umidade do ar

  • Cria sensação de frescor no ambiente




🌿 Samambaia (Nephrolepis exaltata)

Clássica dos lares brasileiros, a samambaia se destaca pela grande área foliar.

Benefícios:

  • Ajuda a reter partículas de poeira

  • Melhora a umidade do ar

  • Ideal para locais com luz indireta


Cuidados importantes para bons resultados

Para que as plantas cumpram bem seu papel ecológico dentro de casa, alguns cuidados são essenciais:

  • Manter folhas limpas, retirando o pó com pano úmido

  • Garantir iluminação adequada, mesmo que indireta

  • Evitar excesso de água no solo

  • Priorizar vasos com boa drenagem

Plantas saudáveis realizam melhor suas funções ambientais.



As plantas purificadoras de ar são uma solução natural, acessível e estética para melhorar a qualidade dos ambientes internos. Quando bem cuidadas, contribuem para o conforto térmico, visual e ambiental, fortalecendo a conexão entre o ser humano e a natureza dentro de casa.

No Manual do Jardineiro, cultivar plantas é também cultivar bem-estar 🌱


Fontes e referências confiáveis